As diferenças entre cimento e concreto

 

Algumas nomenclaturas utilizadas durante a construção de um imóvel podem acabar confundindo um pouco a cabeça dos proprietários, que, muitas vezes, podem adquirir produtos errados ou até mesmo desnecessários por não entenderem muito bem o que está sendo requisitado pelos profissionais.

Dois nomes bastante usados durante a empreitada, mas que para muita gente tem o mesmo significado são cimento e concreto. Embora eles sejam muito parecidos pela sua função e até mesmo na aparência, há algumas características que os diferem. Neste caso, a principal dela é o modo de preparo.

O cimento é produzido a partir de calcário, cálcio, silício, ferro, alumínio, entre outros produtos. Todos esses materiais são aquecidos e formam um composto chamado de “clínquer”, se assemelhando bastante ao mármore. Enfim, ele é moído em pó e recebe uma quantidade de gesso, formando, então, o famoso cimento que, ao entrar em contato com água, desencadeia uma reação química que o permite endurecer. Já o concreto, nada mais é que a mistura dessa massa de cimento com materiais agregados, como brita, pedra e areia.

Ambas as misturas são muito resistentes e costumam ser utilizadas para fazer a “colagem” de materiais ou até mesmo o molde de estruturas. Mas o concreto, por possuir essa adição de componentes extras, acaba recebendo uma camada extra de proteção, aumentando sua durabilidade, resistência ao fogo e água e diminuindo sua manutenção.

Desta forma, o cimento puro é mais utilizado em assentamentos de tijolos, enquanto o concreto se torna mais conveniente na produção de aspectos mais estruturais, como colunas e lajes.

Para saber exatamente em qual momento utilizar apenas o cimento ou concreto, consulte um profissional especializado e que conheça as características de seu projeto.

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