Drenagem subterrânea ou superficial?

 

A drenagem do solo é um assunto pouco falado durante a construção e muito menos observado pelos proprietários. Muitas vezes, essa ação é realizada de praxe e com poucas explicações para o dono do terreno.

Por isso, esclarecer alguns processos básicos pode ajudar na escolha do produto, do tipo de drenagem e fiscalizar um pouco mais de perto se o processo está sendo realizado corretamente.

Hoje, vamos destacar sobre os dois tipos mais comuns de drenagem e suas diferenças mais nítidas: drenagem subterrânea e superficial. No primeiro caso, as vantagens são mais evidentes e podem ser mais indicadas para a construção de imóveis.

Assim, a drenagem subterrânea mantém as tubulações enterradas no solo. Isso traz uma série de benefícios, como a diminuição da incidência de focos de mosquitos ou a atração de outros animais, já que não gera poças superficiais.

O trabalho de máquinas agrícolas no terreno também fica muito facilitado e não retira área útil para construção, ao contrário de valas abertas, que limitam a área.

Já a drenagem superficial é responsável por eliminar a água da superfície, criando diferenças entre área alagada e área a ser despejada. Essa técnica é utilizada principalmente em campos abertos, como campos de futebol.

A retirada da água, neste caso, pode ser feita por meio do desaguamento por elevação mecânica (acionamento de válvula), desaguamento contínuo (ação da gravidade) e desaguamento vertical (saída da água drenada em uma camada permeável do solo abaixo de uma camada impermeável).

Mas antes de decidir pelo método de drenagem. Consulte seu engenheiro para traçarem o plano de ação com melhor custo-benefício para o seu terreno!

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