Número de tomadas no imóvel é dilema dos proprietários

 

Com o aumento desenfreado de aparelhos eletrônicos e domésticos que utilizamos hoje em dia, cada vez mais se faz necessário o uso de tomadas para carregar esses equipamentos ou mantê-los funcionando.

Não à toa, em casas mais antigas, o número de tomadas disponíveis dentro da edificação é bem menor do que residências ou escritórios mais novos. Para os proprietários, essa discrepância e falta de conexões podem ser uma dor de cabeça.

Embora o problema possa ser resolvido com a colocação de novas tomadas, em imóveis já construídos, o processo de instalação está longe de ser uma tarefa fácil, já que, muitas vezes, é necessário abrir novos buracos e infiltrações na parede para realizar a passagem do cabeamento.

Com medo de precisar passar por este perrengue no futuro, muitos proprietários quebram a cabeça, fazendo uma lista de quais equipamentos precisarão ser ligados ao mesmo tempo para não sofrer com a falta de tomadas no futuro.

Realmente, saber o número exato é uma tarefa quase impossível, mas algumas sugestões são bem válidas nesse momento. A primeira delas, como já citado acima, é fazer uma retrospectiva de quais produtos precisam ser ligados na tomada, como geladeira, liquidificador, televisão, modem de internet, etc.

Após o check-list, é interessante identificar quais desses equipamentos não precisam ficar ligados o tempo inteiro à corrente elétrica ou que não serão utilizados simultaneamente. Isso gera uma economia financeira grande, já que a possibilidade em intercalar o uso diminui a quantidade de tomadas e cabeamento.

Outra dica é projetar, no futuro, quais objetos você pretende adquirir. Supondo que, em sua sala, você possua uma televisão, aparelho da TV a cabo e um blue-ray player. Neste caso, seriam necessárias de duas a três tomadas. Agora, se daqui algum tempo, você pretende comprar um videogame, um notebook ou qualquer outro produto que necessite de eletricidade, o número de tomadas durante a construção aumenta.

No final das contas, tudo passa por um bom planejamento realizado pelo engenheiro elétrico responsável, que envolva suas necessidades e as especificações técnicas necessárias para o bom funcionamento da rede.

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