Orçamento deve ser dividido em todas as etapas da obra

 

Fazer um planejamento financeiro é fundamental para garantir que a obra idealizada saia do papel e se torna uma construção efetiva. Uma das etapas dessa preparação é o orçamento, sendo este, uma das maiores dores de cabeça dos proprietários.

Quando se fala em orçamento, a primeira coisa que vem à mente é o quanto será gasto para que a empreitada seja concluída. O que poucos se atentam, é que esse planejamento é uma espécie de simulação, que se aproxima da realidade, mas não necessariamente condiz com ela de forma plena. Desta forma, não é porque o projeto orçou um gasto X para a obra, que ele será usado em sua totalidade, podendo haver economias ou até mesmo gastos excessivos, e uma das melhores maneiras de se economizar dinheiro é utilizando nosso site Clic da Obra para os melhores preços de materiais!

Embora cada obra varie de acordo com terreno, planta, entre outros detalhes, há uma medida percentual muito utilizada na construção civil que pode esclarecer e facilitar na hora de se planejar financeiramente. Nela, a ideia é que 60% do gasto total sejam destinados aos materiais, enquanto o restante, 40%, reservado à mão de obra.

Desse total, é possível destrinchar um pouco todo esse conteúdo para se ter uma visão mais aprimorada sobre os gastos. Por exemplo, os gastos com prefeitura e outras burocracias giram em torno de 3% a 5%. Já os aspectos de preparação preliminar, como quadro de energia, betoneiras, galpão para armazenar os materiais, entre outros, englobam até 3% do orçamento.

A partir da hora que a obra realmente começa para valer, a fundações exigem de 3% a 7% (a diferença é grande, pois cada terreno exige um trabalho específico). Já a estrutura da casa contempla de 12% a 20%.

Materiais usados nos fechamentos, como muros, portas, portões, janelas, cercas variam de 10% a 19%. As estruturas de cobertura, como telhados, abrangem de 3% a 5% do total. A parte elétrica (não apenas fios, mas tudo que engloba o sistema) utiliza cerca de 8% do valor, enquanto a parte hidráulica abocanha de 9% a 12%.

No final da obra, há um salto bem grande no gasto, principalmente na parte de acabamentos internos e externos, que consome de 20% a 38% do orçamento. Já a limpeza, retoques e arremates para deixar tudo perfeito ao término da empreitada, devem-se separar de 1% a 2% do planejado.

Embora este seja um guia básico, sem que seja necessário segui-lo à risca para que a obra seja feita sem gastos exorbitantes, ele fornece informações que podem nortear o construtor, principalmente os de primeira viagem.

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