Revestimentos: Classificação e Aplicação

A fase do acabamento é o momento em que é necessário fazer boas escolhas, sempre considerando o revestimento utilizado, para obter o resultado final desejado ao término da obra.

Por isso, é preciso se atentar a alguns detalhes importantes, como a qualidade dos revestimentos, qual tipo de piso usar, durabilidade, facilidade na manutenção e limpeza, entre outros aspectos.

Esses materiais possuem uma sigla paralelamente relacionada chamada de PEI (Porcelain Enamel Institute), que classifica a qualidade dos esmaltes em pisos e revestimentos cerâmicos conforme sua resistência e abrasão. Por meio desta regra, é possível ter uma base de quais produtos possuem maior nível, facilitando na hora da compra.

O PEI é dividido em cinco tipos: PEI 1; PEI 2; PEI 3; PEI 4; PEI 5. Neste caso, quanto menor o número, mais baixa será resistência do piso. Então, vamos às classificações:

PEI 1

Classifica-se neste número o tipo mais frágil, com menor espessura e de baixa capacidade de atrito, sendo recomendado para aplicação em paredes.

PEI 2

Pouco mais resistente que o anterior, este tipo de revestimento pode ser utilizado como piso, mas em locais onde há baixo fluxo de pessoas, como o lavabo.

PEI 3

Neste índice, são classificados os revestimentos de resistência média, indicados para áreas internas, onde não há sobrecarga de peso, como garagens.

PEI 4

Recomendado para locais de trafego moderado a alto, este modelo é indicado para garagens ou estabelecimentos comerciais, por exemplo.

PEI 5

Estes são os pisos e revestimentos de maior resistência, indicados para locais com fluxo intenso de pessoas e sujeitos à alta carga de peso. São recomendados para lugares públicos.

A escolha correta do revestimento é fundamental para manter a longevidade do revestimento, evitando reformas desnecessárias. Por isso, utilize essas dicas na hora de escolher o revestimento.

 

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