Você sabe o que é Planta de Situação?

Ter uma casa própria é o sonho de muitas pessoas, construí-la do zero, mais ainda. Para que esse desejo se torne realidade, é preciso muito estudo e planejamento. Se você está à procura de um terreno, por exemplo, é preciso escolher a localização e tamanho, ver se o valor cabe no orçamento e, claro, procurar por profissionais qualificados que possam te ajudar a concluir um projeto com sucesso.

Mas antes de colocar a mão na massa e começar as obras, é importante entender suas preferências e saber o que é possível. Isso é viável com ajuda de um arquiteto, é ele que auxiliará nos passos a serem tomados, como processos de documentação.

Para que uma construção seja iniciada, é necessário que o seu projeto esteja de acordo com as regras do município em que será construído. Um dos documentos que a prefeitura solicita é o Planta de Situação. É neste documento que está especificado dimensões sobre os arredores do futuro imóvel. Ou seja, ele traz informações de localização do terreno e do seu entorno. 

Para que ele seja aprovado, é preciso seguir algumas etapas: 

Consultar o plano diretor do município em que será construído o imóvel

Através dele, será possível saber quais são as regras principais, como recuos mínimos obrigatórios, se há área de preservação próximo e várias outras.

Determinação de Escala

Dentro da planta de situação a escala é diferente da planta baixa comum. Ela vai depender das dimensões do projeto e também do tamanho do terreno.

Seguir exigências da NBR 6492

Não existe planta de situação sem NBR 6492. Definida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, os itens obrigatórios para esse documento são:

  • Simbologias de representação gráfica;
  • Curvas de nível existentes e projetadas;
  • Indicação do norte, com orientação do lote e da edificação;
  • Nome das vias de acesso, arruamento e logradouros adjacentes com os respectivos equipamentos urbanos;
  • Indicação das áreas a serem edificadas, com o contorno esquemático da cobertura das edificações;
  • Denominação dos diversos edifícios ou blocos;
  • Construções existentes, demolições ou remoções futuras, restrições e recuos;
  • Escalas;
  • Notas gerais, desenhos de referência e carimbo. 

Elaboração 

Aposte e utilize Google Maps e AutoCAD como ferramentas para te auxiliar na elaboração do projeto.

5 coisas que você precisa saber antes de reformar o seu banheiro

Se você está começando a construir ou reformar, sabe bem que para esse processo é preciso muito planejamento. Antes de colocar a mão na massa, é importante entender as prioridades e necessidades de cada um. 

Tem quem prefira um banheiro simples, os que optam por itens mais luxuosos, como uma banheira, e quem investe para deixar o ambiente mais confortável e bonito. Independente de qual seja o seu desejo, é necessário entender alguns pontos importantes antes de dar start nas mudanças nesse espaço. 

Para evitar gastos desnecessários e possíveis dores de cabeça, selecionamos 5 coisas que você precisa saber antes de reformar o seu banheiro. Papel e caneta na mão, chegou a hora de anotar as nossas dicas!

Planejar

Não há como começar a reforma nesse cômodo sem antes planejar. É preciso ter um projeto em mãos que entenda as necessidades e prioridades para o novo espaço. Nesta etapa, é indispensável contar com ajuda de um profissional. Ele indicará se as mudanças são viáveis ou não e te ajudará a transformar o banheiro dos sonhos em realidade, com muita segurança. 

Avaliar possíveis gastos

Sabemos que muitas vezes a obra exige gastos não planejados. Por isso, além de orçar custos básicos, com profissionais qualificados e materiais listados no projeto, atente-se a possíveis demandas de última hora. 

Embora toda reforma seja única, alguns itens básicos para compra são: 

Procurar profissionais qualificados

O banheiro é um ambiente que exige muitos cuidados na hora de reformar. É indispensável a presença de mão de obra qualificada, para que o projeto seja executado com segurança. Procure por profissionais especializados, como pedreiros, eletricistas, e evite problemas no futuro. 

Ter cuidado com áreas úmidas

Diferente dos outros ambientes da casa, como quarto e sala, o banheiro é úmido e precisa de cautela durante e após a reforma. Para garantir a segurança, é indispensável, por exemplo, o uso de mantas impermeabilizantes, que evitam infiltrações.

Atentar-se a manutenção dos materiais

Além de bonitos, o material escolhido para compor o novo ambiente deve ir de acordo com o seu estilo de vida. É importante saber, por exemplo, quais tipos de revestimento existem e suas manutenções e limpeza. Procure por profissionais e entenda quais materiais são mais indicados para o seu banheiro.

Escolhendo o forro ideal para o seu projeto

Se você está construindo ou reformando, provavelmente já deve ter feito diversas escolhas. Começando pela decisão de mudar ou começar uma obra, passando pela procura de profissionais qualificados até chegar em qual tipo de revestimento e acabamento combina melhor, de acordo com sua preferência.

Na hora de escolher um forro, isso não seria diferente. Há diversos modelos disponíveis no mercado e isso deixa a seleção ainda mais difícil. Como saber como encontrar o tipo de material certo? Devo optar pelo de madeira, bambu, PVC, gesso ou metálico?

Sabemos que são muitas as dúvidas e isso pode levar a decisão a ficar mais complicada. Por isso, para te ajudar nessa, trouxemos algumas dicas importantes, que irão facilitar este processo.  

Antes de escolher o forro, você deve:

Entender suas preferências e estilo de decoração

A escolha baseada em valores, pode ser mais custosa no final do projeto. Avalie com um profissional, conheça e entenda suas preferências e veja as possibilidades disponíveis para sua casa.

Conhecer as características de cada opção

Não adianta pensar em um forro para um ambiente mais quente, se ele é mais adequado para locais frios. Atente-se às características de cada um antes de fazer escolhas, estude o espaço onde pretende aplicá-lo.

Considerar a manutenção

É importante entender como e quando deve ser feita a manutenção e limpeza de cada acabamento. Avalie as opções de material e converse com profissionais especializados antes de adquirir um.

Pronto! Agora, após ler nossas dicas, você está preparado para começar a planejar e procurar o melhor tipo de forro para sua casa! Só não esqueça de buscar profissionais qualificados para te ajudar nessa jornada.

O show no CHUVEIRO não pode parar!

Nada como um banho quentinho para relaxar após um dia longo. Ou então, uma ducha rápida pela manhã, para acordar animado para o dia que está começando. Para ambas as situações, a estrela do momento é o chuveiro.

Apesar de muitos pensarem que todo equipamento é igual, existem vários modelos no mercado, com características e indicação de uso diferente. Você sabe, por exemplo, a diferença entre o eletrônico comum e o elétrico? Se ainda não, é bom entender, porque sua utilização pode influenciar diretamente até em gastos extras na conta de energia.

Mas calma, não precisa se preocupar, nós, do Clic da Obra, selecionamos alguns dos tipos mais utilizados nas casas brasileiras e suas principais características. Confira abaixo!

Chuveiro elétrico comum

Se você não tem um modelo desse na sua casa, provavelmente já deve ter passado por algum. Este tipo de chuveiro, que aquece a água com a resistência elétrica, é o mais conhecido e está presente em diversas casas no país. Ele é indicado para casas que recebem água diretamente da rua ou sistemas de abastecimento de alta pressão de água.

Elétrico eletrônico 

O modelo eletrônico conta com dois tipos, os pressurizados e os não pressurizados. A principal diferença é que este primeiro conta com uma bomba, acoplada no equipamento, que auxilia no aumento de pressão da água. Ambos possuem uma haste alongada, que permite a mudança de temperatura durante o banho. Embora o pressurizado permita mais pressão, é preciso atentar-se, porque o consumo de água pode ser maior que o não pressurizado. 

Híbrido

Quer mais economia de energia? Então esse é o modelo certo para você! Se você tem sistema de energia solar na sua residência, o tipo híbrido é uma ótima escolha. Ele funciona das duas formas, com energia solar e também elétrica. 

Solar

Mais sustentável e econômico! O chuveiro solar funciona através de água armazenada em um boiler, um reservatório. Seu aquecimento é feito com a captação do calor do sol por placas que absorvem o calor. 

Este modelo é indicado para cidades em que há temperaturas mais altas e que estas sejam constantes. Por depender do calor do sol, você poderá ter que tomar banhos gelados em dias mais frios.  

Agora que você já conhece alguns dos modelos disponíveis, é só escolher qual é o melhor para sua casa. Lembre-se sempre de checar pontos como: pressão da água, vazão do aparelho, tipos de jato e também facilidade de manutenção e limpeza.

Um aquecedor para chamar de seu

Nos últimos dias, dependendo da região em que você mora, você deve ter presenciado mudanças na temperatura. O calor aos poucos foi saindo de cena e o tempo mais frio começou a se fazer presente.

Com essa alteração de clima, muitas pessoas começaram não só a tirar cobertores e blusas do armário, mas também a buscar alternativas para deixar o ambiente mais aquecido. Ninguém merece ficar passando frio, não é mesmo? 

Se você faz parte deste grupo que está na procura por soluções, então está na publicação certa! Para deixar o seu espaço ainda mais aconchegante, uma ótima opção é o aquecedor de ambientes. 

Disponível no mercado em versões portáteis e fixos, esses aparelhos são perfeitos para trazer conforto térmico para qualquer espaço, seja nos quartos, sala ou até no escritório, em tempos de home office. 

Antes de conhecer quais os tipos à venda, é preciso entender como escolher o melhor equipamento, de acordo com cada necessidade. A dica é saber exatamente o tamanho do local, porque quanto maior o espaço, mais potente tem que ser o aparelho. Isso também vale para ambientes com muitas portas e janelas e/ou pisos frios. Para locais menores, os de pouca potência exercem bem a função. 

Tipos de aquecedor

Halôgenos

Ideais para locais pequenos e médios, o modelo halôgeno é o que pode ser encontrado com valores mais acessíveis. Neste tipo, o aquecedor possui uma resistência visível e tem uma grade de metal para proteção. Por ser aberto, é preciso cuidado e atenção se há crianças ou pets no ambiente.  

Embora o custo seja mais baixo, o consumo de energia pode ser maior. Por isso, estude se a possibilidade é a melhor para você!

Termoventiladores

Este modelo é um dos mais utilizados e uma de suas vantagens, com relação ao anterior, é o fato de que sua resistência fica mais escondida. Além disso, eles possuem regulagem de potência e fazem uma distribuição de calor mais uniforme. 

Cerâmicos

Indicados para espaços pequenos e grandes, os aquecedores cerâmicos, apesar de serem mais caros que os anteriores, são a melhor escolha para quem quer economizar energia. Por serem mais eficientes no aquecimento, esse modelo gasta menos eletricidade.

Fixo

Para quem quer investir em um modelo fixo para um ambiente, assim como os ar-condicionado, há também uma opção fixa que vem com controle. Esta é uma boa escolha para ambientes maiores, que necessitam de mais potência.

À procura do revestimento perfeito

Depois das etapas de fundações e estruturas, instalações elétricas e hidráulicas, esquadrias e impermeabilização, chegou finalmente o momento dos revestimentos. Nesta fase, é preciso muita atenção, estudo e planejamento para evitar gastos desnecessários. 

Se você está construindo ou reformando, atenção para as nossas dicas. Elas ajudarão não só a você escolher o melhor revestimento para o seu projeto, quanto também a evitar possíveis gastos desnecessários. 

Cada ambiente no seu quadrado

O primeiro passo para escolher o revestimento ideal é separar a residência em áreas. Isso porque cada ambiente tem necessidades diferentes, que precisam de soluções distintas. Por isso, comece planejando o revestimento das áreas íntimas, as quais ficam os quartos, passando por lavabos e cozinhas, depois salas de tv e jantar.

Para áreas úmidas como área de serviço, banheiros e cozinha, opte por revestimentos que garantam ser antiderrapante. Essa característica é importante para evitar possíveis acidentes dentro desses ambientes. A dica aqui é optar por porcelanato não polido ou até pisos cerâmicos.

Nos quartos, a prioridade é o conforto térmico. Para isso, pesquise por materiais como laminados ou vinílicos. Além de proporcionar conforto, eles também trazem elegância e modernidade ao ambiente. 

Já nas áreas comuns, também conhecidas como social, a melhor opção são revestimentos de fácil manutenção e limpeza. Por ter um tráfego maior de pessoas, sendo passagem para outros cômodos, a dica é escolher por materiais como porcelanato. 

Atenção para cada clima  

O Brasil é um país grande territorialmente. Do norte ao sul, são quilômetros de distância e é impossível comparar as temperaturas. Por isso, atente-se também em qual área sua residência está localizada.

Para áreas mais quentes, opte por pisos mais frios como porcelanatos e cerâmicos. Este último pode até ser encontrado em modelos que simulam madeira. Já para as regiões mais frias, as quais necessitam de um ambiente mais quente, vinílico e laminado são a melhor escolha. 

A cor certa para cada ambiente

Apesar de não ter muitas regras, no mundo da decoração há sim algumas dicas que valem ouro. Antes de decidir qual a cor que deseja no seu revestimento, atente-se ao tamanho dos espaços. Ambientes pequenos pedem cores claras. Bege e branco e tons da mesma base trazem sensação de amplitude. 

Já para quem deseja ter a sensação de conforto e também elegância, materiais como granito e mármore podem ser a melhor escolha. 

Qual vai ser: Bloco de concreto ou cerâmico?

Sabemos que o processo de construção de um espaço demanda muito estudo, planejamento e, sem dúvida, paciência. Além de profissionais qualificados, é indispensável saber qual é o melhor material para ser utilizado em cada etapa das obras.

Ainda na fase de estruturação, por exemplo, é necessário escolher qual bloco utilizar, o de cerâmica ou de concreto. Apesar de parecerem semelhantes, esses dois blocos têm características únicas, que precisam ser identificadas antes de serem escolhidas.

No caso do bloco de concreto, o material é um dos mais resistentes para as paredes. Por isso, ele é uma ótima opção para quem deseja uma mão de obra executada mais rapidamente, evitando possíveis desperdícios com quebras.

Além disso, o concreto necessita de uma menor quantidade de argamassa de assentamento. Dentre suas principais vantagens estão: Economia no revestimento, resistência mecânica e mais regular geometricamente. 

Já o bloco cerâmico é bem mais leve, facilitando a aplicação e logística no canteiro. Sua movimentação é menor, permitindo juntas de dilatação maiores. O material também absorve menos água, propiciando maior produtividade. 

Rapidez,  economia no custo final das obras, menor tempo de assentamento, flexibilidade de layout e isolamento térmico são algumas das vantagens. Além disso, ao longo do seu ciclo de vida, esse tipo de bloco emite 66% menos de CO2 do que os de concreto.

Ao comparar, enfim, os dois blocos, podemos observar que a decisão ficará de acordo com a necessidade de quem o procura. Por isso, se a escolha parecer difícil, atente-se a questões como região onde será utilizado, para que fim, tipologia da edificação e custo. 

MDF x MDP: Existe diferença?

Mobiliar um espaço é uma tarefa difícil. São várias decisões a serem tomadas, não apenas referentes a cores ou modelos, mas também a respeito do material que as compõem, como é o caso dos objetos de madeira.

É indispensável entender do que é feito cada item, como sofás, prateleiras, aparadores ou até mesas para escritório. Isso porque o material influencia diretamente em questões como manutenção, absorção de tinta e até para qual finalidade será utilizado.

Atentos a isso, nós do Clic da Obra, selecionamos duas das madeiras mais utilizadas atualmente, a MDF e a MDP, para traçar um comparativo e entender qual a melhor escolha para cada caso. Mas antes de saber as diferenças, é importante lembrar que ambas derivam das mesmas espécies de madeira reflorestadas, pinus e eucalipto, e são fabricadas através do mesmo processo.

MDF

O Medium Density Fiberboard, mais conhecido como MDF, é um material uniforme, plano e denso.  O material é desenvolvido a partir de uma mistura com fibras selecionadas de madeira e seu processo de fabricação envolve pressão e temperatura alta. 

Por sua boa resistência e homogeneidade, o MDF é mais indicado para projetos que necessitam de liberdade de criação.  Suas placas são a melhor opção para revestimento e usinagem de peças. Além disso, no quesito pintura, ele também tem melhor absorção de tinta.

MDP

Produzido em três camadas de partícula de madeira, o Medium Density Particleboard, o MDP, é uma ótima opção para projetos que necessitam de linha reta e materiais com alta resistência à aplicação de parafusos, evitando possíveis empenamentos. 

Apesar de parecer similar ao MDF, o MDP tem características únicas, como o peso e sua origem. Esse tipo de material,  que tem alta absorção e tinta no acabamento, é indicado para ambientes externos e para objetos como prateleiras, portas e caixas. 

É importante reforçar que o MDP é uma categoria muito superior ao antigo aglomerado.

Tem sustentabilidade nas obras sim, senhor!

A sustentabilidade é um dos temas mais discutidos nos últimos anos. Os cidadãos estão cada dia mais preocupados com suas ações e como elas podem ser benéficas ou maléficas para o meio ambiente. Aos poucos, as atitudes vão mudando e a busca por soluções com menos impactos na natureza vão ganhando destaque.

Pensando nisso, mercados de diversas áreas, como no mundo da moda  estão investindo em novas alternativas. Dentro do setor civil não poderia ser diferente. Para você entender melhor, selecionamos algumas das principais soluções que tem como principal objetivo a sustentabilidade na construção civil.

Telhado verde

O telhado verde substitui a cobertura tradicional, feita de aço e cerâmica, e traz um espaço verde na cobertura. Tendo como sua última camada plantas e árvores, este tipo de telhado está entre as novidades sustentáveis. 

Tijolo ecológico

Produzidos a partir de um processo que não necessita de queima, esse modelo evita a liberação de dióxido de carbono na atmosfera. Além disso, alguns modelos podem ser feitos até de garrafas e pneus reciclados. Para sua confecção, é necessário apenas uma mistura de água, terra e uma quantidade pequena de cimento.

Painel solar 

Por ser um recurso sustentável e renovável, o painel solar colabora e muito para a preservação do meio ambiente. Além disso, o processo todo é sem ruídos, ou seja, poluição sonora aqui não tem vez. 

Projetos para você fazer aí na sua casa

Sabemos que com as novas restrições causadas pelo novo coronavírus, muita gente terá que passar mais tempo em casa. Por que não aproveitar esse tempinho livre para fazer algumas transformações no seu lar?  

Pensando nisso, nós do Clic da Obra, selecionamos alguns dos melhores projetos DIY, ou em português “faça você mesmo”, para você fazer aí na sua casa. Afinal, não há melhor maneira de se distrair do que fazendo arte, literalmente. 

Em nossa lista, há ideias para todos os gostos, bolsos e claro, cômodos. Prontos para saber quais são eles?

Para paredes

Não poderíamos falar de projetos DIY sem começar pelas paredes. Com apenas um balde pequeno de tinta, é possível transformar uma parede sem graça, em uma obra de arte. Tudo o que você precisa é de boas ideias e liberar a criatividade.  Falando em ideias, para dar aquele ‘empurrãzinho’ que falta, selecionamos algumas:

Meia parede

A meia-parede é uma ótima opção para quem quer gastar pouco e inovar. Através dessa técnica, ao invés de uma face inteira, a pintura é feita dividindo o espaço na horizontal. 

Formatos geométricos

Para esse formato, você pode usar triângulos, losangos, quadrados, polígonos, entre outras formas. Use e abuse das cores! 

Stencil

O Stencil para parede é usado para aplicar um desenho ou ilustração em alguma superfície. Para sua aplicação, há a opção de usar tinta ou aerossol. 

Adesivos

Com adesivos, menos sujeira 

Não quer se aventurar com as tintas, o adesivo é uma ótima forma de mudar, sem fazer muita sujeira. A aplicação dos adesivos de parede é super fácil. Basta ter uma parede simples, branca de preferência, que o próprio adesivo já vem com a cola específica.

Pallets

Com os pallets as possibilidades são muitas! Já pensou, por exemplo, em criar um jardim vertical em casa para cultivar temperos, verduras e até ervas? Ou então usá-lo como base de sofá, cama e mesas. Dá até pra arriscar e fazer cabeceira de cama. 

PVC

Utilizados nas construções e reformas, as sobras destes canos podem se tornar diversos novos móveis e até peças de decoração. Com ele, é possível fazer adegas ou organizador de vinho, organizador de gaveta, estante de livros e araras para roupas.

Agora que já está com essas dicas todas em mente, que tal colocar o plano em prática e fazer aquela mudança legal na sua casa?